Fé que não age é discurso vazio 2026 está logo ali
EDITORIAL
O Brasil chegará a mais um ano decisivo carregando uma pergunta que já não pode mais ser ignorada: quem nós somos de verdade? O que defendemos quando ninguém está olhando? E, principalmente, o que fazemos — não o que falamos?
A visão expressa por mim em em meus textos não é confortável e não faço questão que seja. Ela confronta. Ela exige. E talvez por isso incomode tanto. Porque não fala de ideologias abstratas, mas de valores concretos, daqueles que se vivem no dia a dia ou se perdem para sempre.
Família. Pátria. Liberdade. Justiça. Fé em Deus.
Essas palavras já foram repetidas à exaustão no discurso político brasileiro. O problema é que o discurso ficou alto demais e a prática baixa demais.
Não existe fé verdadeira sem ação.
Não existe amor à família se ela é abandonada na rotina, na omissão e no relativismo moral.
Não existe respeito à pátria quando se normaliza a corrupção, o desrespeito à soberania e a submissão do povo a decisões que ignoram sua vontade.
Não existe justiça quando ela serve a poucos e oprime muitos.
O que estou apontando — e precisa ser ouvido — é que a fé não pode ser um adorno de rede social nem um slogan eleitoral. Fé que não se transforma em atitude, em caráter, em responsabilidade, é só barulho. E barulho não constrói nação.
O próximo ano exige mais do que esperança. Exige posicionamento.
Exige que cada brasileiro olhe para dentro de casa antes de apontar para Brasília, para as capitais dos estados federativos do Brasil ou até para outros países.
Exige pais mais presentes, cidadãos mais conscientes, trabalhadores mais íntegros, líderes mais responsáveis.
Porque, sejamos francos:
👉 Se a nossa palavra falar mais alto que as nossas ações, estamos lascados.
👉 Se dizemos que acreditamos em Deus, mas vivemos como se Ele não existisse, algo está errado.
👉 Se defendemos liberdade, mas aceitamos calados a injustiça, estamos traindo esse valor.
Este não é um chamado partidário. É um chamado moral e espiritual.
É hora de unificar a fé com a prática.
É hora de transformar convicção em atitude.
É hora de mostrar, com ações diárias, o zelo pela família, o respeito à pátria, a responsabilidade com a cidadania e a defesa inegociável da soberania nacional.
O Brasil não será salvo por discursos inflamados.
Será reconstruído por homens e mulheres que vivem aquilo que dizem acreditar.
O próximo ano começa agora.
A pergunta é simples e dura: a sua fé vai aparecer só nas palavras ou finalmente nas ações?
Se você 🫵 pensa como eu compartilhe este editorial com mais pessoas 👥 👤
— Mario Plaka – Ouvidoria Popular

